ARTIGO DE OPINIÃO: AOS BAIONENSES

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No próximo dia 24 de Janeiro irá decorrer um acto eleitoral de grande importância para o futuro do nosso País que é a eleição do novo Presidente da República, o mais Alto Magistrado da Nação e cumulativamente o Chefe Supremo das Forças Armadas.

O conteúdo da nossa Constituição, a Lei Suprema, consagra que, a par da Assembleia da República, do Governo e dos Tribunais, o Presidente da República constitui um órgão de soberania e as suas funções constitucionais são fundamentalmente as de representação da República Portuguesa, de garante da independência nacional, da unidade da Nação e do Estado e do regular funcionamento das instituições, além de por vezes também poder exercer a nível pessoal um magistério de opinião em assuntos de relevância, nacional e internacionalmente.

O Presidente da Republica no âmbito das suas funções faz também o juramento de defender, cumprir e fazer cumprir a Constituição que é o documento que fundamenta e rege os princípios e a organização do Estado português, com os valores de Abril que comporta e o projeto de futuro que inclui.

É neste contexto que foi designado e apoiado pelo Partido Comunista Português o candidato João Ferreira, cuja campanha eleitoral se tem baseado na importância que o Presidente da Republica tem em fazer depender a vida política do texto da Constituição e que contra ela não se cometam visíveis atropelos como tem acontecido.

Há mais de 2 meses que João Ferreira tem percorrido o nosso País, inteirando-se dos problemas pelos quais padecem os trabalhadores, os pensionistas, as micro, pequenas e médias empresas, o Serviço Nacional de Saúde, a Escola Pública, a Habitação, a Justiça, em suma as Funções Sociais do Estado, porque é essa uma das atribuições de um Presidente da República de todos os portugueses, activo e fiel da balança política e não somente pendendo para o lado dos grandes interesses económicos, como tem feito a maioria das vezes o actual presidente, passado o momento dos afectos.

Para João Ferreira os seus primeiros afetos vão para os imprescindíveis deste país, ou seja, «Quem trabalha e trabalhou, quem, nestes tempos duros e inquietantes saiu de casa todos os dias, ou foi obrigado a ficar em casa, para manter o país a funcionar, em todas as áreas da vida económica e social».

Por tudo isto apelamos aos baionenses para que não tenham medo de sair de casa para ir votar, que sigam as indicações das autoridades de saúde e da CNE, que se protejam a si e protejam os outros, mas que cumpram o seu dever cívico de ir votar, votando com consciência em João Ferreira, o candidato de todos os portugueses.

A Comissão Concelhia de Baião do PCP

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