FASE DE MITIGAÇÃO DO COVID-19 ENTROU EM VIGOR EM PORTUGAL A PARTIR DAS ZERO HORAS DE HOJE

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Por determinação da DGS – Direção Geral de Saúde, a fase de mitigação da pandemia da covid-19 entrou em vigor em Portugal, a partir das zero horas de hoje, determinação esta que envolve o serviço nacional de saúde público e também todos os serviços de saúde privados.

Estamos perante uma fase que é a terceira e a mais grave fase de resposta à doença covid-19 e é ativada quando há transmissão local, em ambiente fechado, e/ou transmissão comunitária.

Conforme referiu a Diretora-Geral de Saúde “A resposta é focada na atenuação dos efeitos da doença e na diminuição da sua propagação, minimizando nomeadamente a mortalidade associada”.

Nesta fase, os doentes ligeiros ficam em casa, os moderados vão aos centros de saúde, os graves, mas não críticos, são encaminhados para os hospitais e os críticos são internados.

Os Centros de saúde e hospitais terão de dispor de áreas dedicadas à doença covid-19.

Nos hospitais com serviços de pediatria, poderá ser adequado a reorganização dos serviços para “dedicar unidades hospitalares exclusivamente ao tratamento de doentes com covid-19, em idade pediátrica, após ser esgotada a capacidade de resposta dos hospitais de referência identificados para o tratamento dos doentes covid-19 em idade pediátrica.

Segundo a norma da DGS, para a fase de mitigação, serão efetuados testes de despistagem às pessoas com suspeita de infeção, ou seja, que apresentem sintomas como febre, tosse persistente ou tosse crónica agravada e dificuldade respiratória.

No entanto, caso não seja possível testar toda a gente com suspeitas de infeção, a DGS estabeleceu uma cadeia prioritária: em primeiro lugar, são os doentes com critérios de internamento hospitalar; segundo, os recém-nascidos e as grávidas; terceiro, os profissionais de saúde com sintomas. Depois os doentes com comorbidades (como asmáticos, insuficientes cardíacos, diabéticos, doentes hepáticos ou renais crónicos, pessoas com doença pulmonar obstrutiva crónica e doentes com cancro) ou pessoas com imunidade mais frágil; e as pessoas em situação de maior vulnerabilidade, como residentes em lares ou que estão em unidades de convalescença e por último, as pessoas em contacto próximo com estes doentes.

Em Portugal temos até ao dia de hoje, 60 mortes, 3.544 infeções confirmadas, havendo 22.257 suspeitos e 22 doentes recuperados. segundo o balanço feito pela Direção-Geral da Saúde.

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